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FOI CONFIRMADO: 17 anos após crime Alexandre Nardoni foi s… Ver mais

Liberdade de Alexandre Nardoni: Um Capítulo Controverso
Na tarde da última segunda-feira, 6 de novembro, um evento inesperado ocorreu nos corredores da Penitenciária II de Tremembé, localizada no interior de São Paulo.

Alexandre Nardoni, condenado pelo assassinato de sua filha Isabella Nardoni, que tinha apenas cinco anos na época do crime, deixou a prisão em um momento marcado pela discrição e ausência de repercussão midiática.

Sem discursos ou câmeras, Nardoni cruzou os portões da penitenciária às 18h10, após a expedição de um alvará de soltura que selou sua nova fase de vida.
O destino imediato de Nardoni é a cidade de São Paulo, mas seu passado sombrio permanece indelével.

Após cumprir 16 anos de pena — parte em regime fechado e parte em semiaberto — a Justiça decidiu conceder a ele a progressão para o regime aberto.

No entanto, essa liberdade não é absoluta e vem acompanhada de uma série de condições rigorosas. Entre as exigências impostas estão a obrigatoriedade de permanecer em casa durante a noite, a comprovação de um trabalho em até 90 dias e comparecimentos regulares à Vara de Execuções Criminais.


A decisão que resultou na libertação de Nardoni gerou um misto de perplexidade e indignação entre muitos brasileiros. O caso dele se tornou um símbolo do horror e da tragédia que marcaram a história do país.

Em 2010, Nardoni foi condenado a mais de 30 anos de prisão pela morte brutal da filha, e sua trajetória judicial foi acompanhada com grande atenção pela mídia e pela sociedade.


A saída de Alexandre Nardoni da prisão não apenas reabre feridas para aqueles que acompanharam o caso, mas também levanta questões sobre o sistema penal brasileiro e suas implicações na reintegração social dos condenados.

O caminho que ele agora deve percorrer é cercado por julgamentos — tanto legais quanto sociais — refletindo o impacto duradouro que seu crime teve na sociedade brasileira.

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